João Rulfo
domingo, 24 de novembro de 2024
"Mas eu não sou bom em dizer as coisas, faltam-me palavras. Eu sinto que há algo sublime no amor que você fez nascer em mim; mas no meu dicionário não existem palavras para explicar isso. Não consigo encontrá-las. Às vezes, quando estive perto de você e tentei te dizer o que sinto, me deu vontade de me esconder nos seus braços e ficar quieto, quieto, sem dizer nada, porque essa é minha intenção, explicar-lhe assim o meu grande amor por você, me apertando muito forte contra o teu corpinho, como se eu fosse uma coisa humilde e pequena que quisesse me trancar nos teus braços e nunca mais sair."
"Era feliz. Nunca percebemos quando estamos felizes, Angela, e perguntei-me por que a assimilação de um sentimento tão benévolo nos enc...
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"(...) Estão terrivelmente sozinhos os doidos, os tristes, os poetas." “Amargura”, de Hilda Hilst, no livro “Da poesia”. - 1ª ed. ...